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Físico Stephen Hawking recua e nega existir buraco negro
Stephen Hawking, da Universidade de Cambridge, publica artigo online revisando teoria sobre 'horizonte de eventos' e causa barulho


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O físico inglês Stephen Hawking, da Universidade de Cambridge, que se tornou notório como um dos criadores da teoria moderna do buraco negro, está causando barulho na comunidade científica pela publicação de um artigo online, ainda sem revisão de outros cientistas, que declara sem cerimônias: "Não existem buracos negros".

A declaração tenta colocar um ponto final em uma discussão que se arrasta há décadas e que, em última instância, está na base de um dos principais desafios da física: unificar a teoria da relatividade (que explica o mundo macroscópico) com a mecânica quântica (que explica o mundo microscópico).

A idéia de buraco negro - um objeto cosmológico resultante do colapso de uma estrela, cuja massa gigantesca (que pode ser milhões de vezes maior que o sol) é condensada em um único ponto, com tamanha força gravitacional que suga tudo o que está à sua volta, até mesmo a luz - vem do início do século 20.

Sua existência só pôde ser confirmada a partir da Teoria da Relatividade Geral, que Albert Einstein elaborou em 1915. Por décadas se imaginou que esse objeto apenas engolia outros objetos, mas não retornava nada para o espaço, o que contrariaria outras leis. E, 1974, Hawking propôs que no horizonte de eventos, uma espécie de fronteira do buraco negro, partículas escapariam como radiação, o que ficou conhecida com radiação Hawking. Assim, ele evaporaria lentamente até desaparecer.

Essa conclusão acabou encaixando o buraco negro dentro da segunda lei da Termodinâmica, que prevê que a entropia (desordem) de um sistema nunca poderia diminuir. Se o buraco só engolisse sem devolver nada, a entropia do universo estaria comprometida.

Reportagem da revista científica Nature, que comentou o novo estude de Hawking, lembra que a proposta da radiação gerou outras dúvidas, entre elas a que ficou conhecida como paradoxo da muralha de fogo. O físico Joseph Polchinski, do Instituto Kavli, propôs que, de acordo com a Teoria da Relatividade, se um astronauta tivesse o azar de passar perto do buraco negro, atravessaria sem perceber o horizonte de eventos e seria puxado como um espaguete para dentro do buraco. Mas, argumenta o pesquisador e colegas, pela Mecânica Quântica, a radiação Hawking não se dissiparia, mas formaria uma muralha de fogo no entorno do horizo

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Em 2013


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Matéria do 10º ano



Reflexão e meditação sobre os critérios valorativos. Conflito entre 

valores. 





O ser humano vê-se perante um quadro de múltiplas escolhas. Paz ou guerra ? Lucro 
ou honestidade? 



Somos confrontados diariamente com dúvidas e com conflitos interiores em que os 
valores são questionados. 






Existem casos que nos fazem refletir e surgem os conflitos de valores 

como: 



Matar em legitima defesa como matar em situação de guerra é aceitável? Roubar para 
matar a fome deve ser considerado crime? Mentir para poupar um amigo de um 
desgosto estará certo ? 



Tomar medidas de austeridade por parte de um determinado governo como acontece 
em Portugal sobrecarregando e asfixiando financeiramente indivíduos com poucos 
recursos económicos em prol do desenvolvimento do país ou da sua reestruturação 
estará moralmente certo? 



A poluição atmosférica é causada na maioria das vezes pelo setor industrial. Sabemos 
que este é necessário para o desenvolvimento económico de um país e devido a este 
fator muitas vezes se negligencia a forma como certos detritos são evacuados criando 
situações de doenças para o ser humano e para o meio ambiente, acarretando 
situações como poluição das águas, dos rios, dos mares etc.criando um desiquilibrio 
ecológico. Verificamos continuadamente que se dá prioridade ao lucro á riqueza em 
detrimento da saúde do nosso planeta 



Mais uma vez surgem valores em conflito: O lucro e riqueza? Ou o bem estar do ser 
humano? Ou a saúde do nosso planeta ? Estamos perante um problema ecológico, 
moral, e económico. 

Atualmente já se está a contribuir para estes desiquilibrios encontrando-se soluções. A 

responsabilidade ambiental não depende apenas dos empresários mas também de 
cada cidadão. 











Outro caso que quero expôr e que nos mostra como o Homem vê-se perante situações 
de extremo onde as suas escolhas são determinantes e com consequências 
avassaladoras para a humanidade. Históricamente temos casos perturbadores onde a 
conflitualidade dos valores são visíveis e testados a todo o momento. 



No fim da 2ª GG. Mundial (1945) Os Estados Unidos da América bombardearam 
Hiroshima e seguidamente Nagasaki com engenhos nucleares. A decisão de lançar as 
bombas sobre o Japão foi feita pelo Presidente Harry Truman, que estava a substituir o 
falecido Franklin Delano Roosevelt. Esta escolha foi tomada porque o presidente H.T 
queria terminar com a guerra o mais rápido possível e o Japão não se queria render. 



A segunda decisão foi as escolhas dos alvos, Hiroshima e Nagasaki que segundo 
reza a história eram as cidades do Japão mais desenvolvidas industrialmente. Não foi 
uma escolha aleatória. Nesta opção estavam interesses políticos e económicos 
imiscuídos. Com o fim da 2ª GG estas cidades tinham grande relevância para o Japão 
que viria a ser a única potência a fazer frente aos E.U.A desequilibrando o fluxo de 
capitais e mercadorias. 



Conclusão: Esta decisão provocou milhares de mortes e civis (inocentes). Muitas 
destas pessoas foram morrendo lentamente com doenças relacionadas com a 
radioatividade. 




Neste pequeno texto temos duas decisões tomadas: A primeira é acabar com a guerra 

através de um ato desumano. Mas se não fosse assim como seria? Haveria mais 
mortes ? A guerra prolongar-se-ia ? 





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Esta decisão foi cimentada ou elaborada pelo governo dos Estados Unidos porque 
estava preocupado com o sofrimento das pessoas ? e queria pôr fim à guerra ? Ou por 
detrás desta decisão há interesses políticos e económicos ? 



Na segunda decisão pode se verificar que a escolha dos alvos foi premeditada. 





Há uma conflitualidade dos valores. 





A primeira conclusão leva-nos a refletir que: 





Há um Conflitualidade de valores ? 



O poder económico (valor material – dinheiro ) sobrepõe-se aos valores Éticos (valores 
espirituais-lealdade; vida; justiça; verdade etc) ? 





A segunda reflexão leva-nos a questionar: 



Foi a solução certa ? Foi necessário um ato violento, bárbaro, de destruição, matando 
milhares de pessoas porque se não fosse esta decisão tomada prever-se-ia mais mortes do 
que as que houve ? 



Guerra para obter a paz ? 



Como podemos verificar toda a nossa vida é rodeada de valores e que oscilam 
permanentemente conforme as situações ou contextos históricos, políticos etc em que estão 
inseridos. Já vimos que não é uma tarefa fácil. 



Nesta ação podemos ver que o poder económico/financeiro(valor material) tem maior 
relevância que qualquer outro valor. 





A morte de muitos civis é afastada para segundo plano e relativizada, 
Quanto á Segunda decisão tomada a informação que nos chega é que os alvos não 
foram escolhidos ao acaso. 







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CRP de Kant (matéria do 10º ano)
"A autonomia da vontade é o principio único de todas as leis morais e dos deveres que lhe são conformes" 


O dever e a lei moralmente boa é a que emerge de dentro do nosso ser , com uma intenção pura. Fazer algo sem qualquer tipo de interesse ou de retorno (económico, social, prestigio etc.); fazê-lo por dever, com vontade Autônoma (vontade interior e não através de leis ou regras externas - que provêm da sociedade).

Vontade autonoma - quando o Homem coloca a sua ação da sua vontade como universal. Ou seja o seu feito ( a sua intenção ou vontade interior)ou o seu ato moral serve para os outros e para ele mesmo também.

Estamos a falar nas leis morais que brotam de nós e não nas leis legais, daí a diferença de Moralidade e Legalidade. A moralidade é vista pela disposição interior do valor e na intenção que preside a ação.
A legalidade é quando o sujeito age em conformidade com o dever (um comerciante qualquer baixa os preços dos seus produtos por interesse próprio ou devido á concorrência e não porque gosta dos seus clientes-age por conformidade com o dever e não por dever).









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A Morte e a Vida

Quando tu respiras, falas, corres e tudo mais que conseguires fazer, Ela acompanha-te.

Perg: Quem é Ela?

Resp: Ela pertence ao mesmo âmbito das perguntas:
Que faço aqui neste mundo? De onde vim? Para onde vou? Porque vim? Ela está em todas estas perguntas e respostas.

Perg: Quem é Ela? Porque me acompanha?

Resp: Ela é a morte. E sempre te acompanha, é intrínseca a ti e a todos.

Perg: Quem a criou?

Resp: Alguém. O mesmo que nos criou.

Perg: Porque nos acompanha?

Resp : Ela a morte? Ou a vida? Ou as duas?

Resp: . As duas caminham de mãos dadas, nunca se separam.

Perg: Quem criou a vida? E quem criou a morte?

Resp : Não as separes. A vida e a morte é uma só.

Perg: Porque a vida nos deixa? E a morte nos leva?

Resp: Porque nenhuma nos deixa nem nenhuma nos leva. São as duas uma só.

Perg: Como sabes?

Resp: Não sei, tento entender. A vida é tão fugidia e passa num segundo, no nosso entendimento de tempo. A morte como nós a entendemos, acontece, é certa mas já não há tempo em vida para saber nem tempo para contar, quantos segundos, minutos ou horas a morte tem ou se após esta ela dura uma eternidade porque a vida já se foi.
Ou após a morte surge novamente a vida e a morte? Não te esqueças elas são uma só.

Júlia Barbosa
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